Depois são as gavetas e as prateleiras que vamos desarrumando e abarrotando de alegrias, tristezas, ansiedades e sustos.
Razão porque sempre achei decepcionante o vazio que as palavras podem conter e a incapacidade de competirem com a esmagadora força das coisas simples e naturalmente sedutoras.
Quase sempre sou acometida de metamorfoses gigantescas mas imperceptíveis aos olhos dos outros. Detesto falar de mim mas gosto de mostrar o resultado final dessas viagens.
Estas chegaram com a visita da arara.


Passei muito por aqui ontem, mas não havia borboletas a esvoaçar. Que bom, voltaram! Não te esqueças que tens que trazer a metamorfose mais recente para jantar com o Migas, na próxima quarta...
ResponderEliminarBeijinhos
A minha patroa também sofre disso, mas diz que os Valiuns ajudam muito, menina. As suas melhoras.
ResponderEliminarBorboleta... borboleta africana... valha-me S. Gerevásio que estou velha para advinhas
ResponderEliminarestá a demorar a passar...
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