Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008

Mergulhas o olhar de mãos vazias
Esmagas o pensamento e o silêncio regressa
E a noite

Sempre a noite

enche-nos de luas
enquanto espera perdida e sempre sem sentido

O calor de um sinal
e o teu barulho

1 comentários: